Logo que surgiu, o micro-ondas não teve a mesma aceitação comercial que tem hoje, a empresa que os fabricava era a empresa de Spencer, fornecedora do exército americano, cujo nome era Raytheon. Devido a seu aspecto bélico, suas dimensões comparáveis às de uma geladeira e também ao fato de que era dispendioso, requerendo instalação de canalizações adequadas, as primeiras remessas dos fornos encalharam nas lojas.
A partir de 1953, os fornos de micro-ondas primitivos evoluíram muito, sofreram modificações e se aperfeiçoaram, o que os fez ter cada vez mais aceitação do público consumidor. Já então fabricado também por outras empresas, o equipamento se assemelhava mais a um verdadeiro eletrodoméstico e tinha dimensões compatíveis com o espaço que dispõe uma cozinha normal. As tubagens e a bomba para arrefecimento do tudo de magnetron deixaram de ser necessárias, as dimensões foram reduzidas, assim como os respectivos custos.
Até a década de 70 o micro-ondas era utilizado predominantemente em indústrias alimentares, hoje é cada vez mais usado também a nível doméstico. Devido a sua grande evolução, ele possui preços acessíveis e diversas funcionalidades.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
O GLOBO OCULAR HUMANO
O globo ocular, com cerca de 25 milímetros de diâmetro, é o responsável pela captação da luz refletida pelos objetos à nossa volta. Essa luz atinge em primeiro lugar nossa córnea, que é um tecido transparente que cobre nossa íris como o vidro de um relógio. Em seu caminho, a luz agora passa através do humor aquoso, penetrando no globo ocular pela pupila, atingindo imediatamente o cristalino que funciona como uma lente de focalização, convergindo então os raios luminosos para um ponto focal sobre a retina. Na retina, mais de cem milhões de células fotossensíveis transformam a luz em impulsos eletroquímicos, que são enviados ao cérebro pelo nervo óptico. No cérebro, mais precisamente no córtex visual ocorre o processamento das imagens recebidas pelo olho direito e esquerdo completando então nossa sensação visual.
O olho humano é um órgão da visão, no qual uma imagem óptica do mundo externo é produzida e transformada em impulsos nervosos e conduzida ao cérebro.
Ele é formado pelo globo ocular e seus diversos componentes. Basicamente se restringe a uma lente positiva (convergente) de alto poder refrativo e é formado pela córnea, com +44,00 diop. e o cristalino com +14,00 diop. num total de +58,00 diop.. Seu comprimento, no sentido ântero posterior, é de 24 mm. Entenda-se que estes dados são básicos e naturalmente variações existem.
Os raios luminosos, paralelos, vindos do infinito, penetram no olho pela pupila, convergem-se (com o poder dióptrico positivo) encontrando-se na retina, mais precisamente na fóvea central, que é circundada pela mácula, proporcionando assim visão nítida, o que ocorre com os olhos de visão normal, conhecida como "emétropes".
Uma curiosidade: as imagens, que se projetam dentro do olho, são invertidas, ou seja, de cabeça para baixo.Isto é o que ocorre com todo sistema óptico, quando é disposto além da sua distância focal. O cérebro faz a inversão da imagem, colocando-a na posição correta e nos dá a sensação que estão na posição normal.
O propósito do olho humano, no processo da visão, é formar uma imagem, no fundo do olho, que é conhecida genericamente como "retina". Podemos considerar que o olho é um instrumento óptico, por tal performance. A necessidade de lentes de óculos, em frente do olho, é determinado pela inexatidão com que esta imagem é formada na retina. Nos casos em que a imagem, ou o encontro focal, acontece fora da fóvea central, provoca uma imagem borrada ou desfocada. Esta imagem é corrigida com lentes oftálmicas com poderes dióptricos, que compensam as deficiências visuais, desde que necessária para fazer a compensação e obtenção de boa visão.
O globo ocular, com cerca de 25 milímetros de diâmetro, é o responsável pela captação da luz refletida pelos objetos à nossa volta. Essa luz atinge em primeiro lugar nossa córnea, que é um tecido transparente que cobre nossa íris como o vidro de um relógio. Em seu caminho, a luz agora passa através do humor aquoso, penetrando no globo ocular pela pupila, atingindo imediatamente o cristalino que funciona como uma lente de focalização, convergindo então os raios luminosos para um ponto focal sobre a retina. Na retina, mais de cem milhões de células fotossensíveis transformam a luz em impulsos eletroquímicos, que são enviados ao cérebro pelo nervo óptico. No cérebro, mais precisamente no córtex visual ocorre o processamento das imagens recebidas pelo olho direito e esquerdo completando então nossa sensação visual.
O olho humano é um órgão da visão, no qual uma imagem óptica do mundo externo é produzida e transformada em impulsos nervosos e conduzida ao cérebro.
Ele é formado pelo globo ocular e seus diversos componentes. Basicamente se restringe a uma lente positiva (convergente) de alto poder refrativo e é formado pela córnea, com +44,00 diop. e o cristalino com +14,00 diop. num total de +58,00 diop.. Seu comprimento, no sentido ântero posterior, é de 24 mm. Entenda-se que estes dados são básicos e naturalmente variações existem.
Os raios luminosos, paralelos, vindos do infinito, penetram no olho pela pupila, convergem-se (com o poder dióptrico positivo) encontrando-se na retina, mais precisamente na fóvea central, que é circundada pela mácula, proporcionando assim visão nítida, o que ocorre com os olhos de visão normal, conhecida como "emétropes".
O propósito do olho humano, no processo da visão, é formar uma imagem, no fundo do olho, que é conhecida genericamente como "retina". Podemos considerar que o olho é um instrumento óptico, por tal performance. A necessidade de lentes de óculos, em frente do olho, é determinado pela inexatidão com que esta imagem é formada na retina. Nos casos em que a imagem, ou o encontro focal, acontece fora da fóvea central, provoca uma imagem borrada ou desfocada. Esta imagem é corrigida com lentes oftálmicas com poderes dióptricos, que compensam as deficiências visuais, desde que necessária para fazer a compensação e obtenção de boa visão.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Por que a água apaga o fogo ?
PORQUE A ÁGUA APAGA O FOGO?
Você já imaginou por que a água apaga o fogo?
O fogo é um fenômeno que surge em reações químicas de combustão - quando uma substância, ao combinar com oxigênio, se transforma em outra, liberando energia na forma de calor e de luz (as chamas). Ele pode ser apagado resfriando o material incendiado, retirando o fornecimento de oxigênio ou interferindo nas reações químicas que ocorrem nas chamas. A água realiza duas dessas funções: sua conversão em vapor absorve o calor e o vapor substitui o ar nas proximidades da chama, cortando o suprimento de oxigênio. Convém lembrar que a água apaga o fogo quando é jogada sobre ele mas, em alguns casos, quando ela está sob o material em chamas, não interfere no fogo, mesmo estando em contato com ele.
É possível a água não apagar o fogo?
SIM.É o caso de incêndios em derivados de petróleo. Como esses produtos são mais leves que a água, eles bóiam e, se pegarem fogo, vão se incendiar normalmente, sem que a presença da água possa impedir.
O fogo é formado de calor, oxigênio e combustível, quando um desses três fatores é retirado o fogo deixa de existir.
O fogo é um fenômeno que surge em reações químicas de combustão - quando uma substância, ao combinar com oxigênio, se transforma em outra, liberando energia na forma de calor e de luz (as chamas). Ele pode ser apagado resfriando o material incendiado, retirando o fornecimento de oxigênio ou interferindo nas reações químicas que ocorrem nas chamas. A água realiza duas dessas funções: sua conversão em vapor absorve o calor e o vapor substitui o ar nas proximidades da chama, cortando o suprimento de oxigênio. Convém lembrar que a água apaga o fogo quando é jogada sobre ele mas, em alguns casos, quando ela está sob o material em chamas, não interfere no fogo, mesmo estando em contato com ele. É o caso de incêndios em derivados de petróleo. Como esses produtos são mais leves que a água, eles bóiam e, se pegarem fogo, vão se incendiar normalmente, sem que a presença da água possa impedir.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Temperatura
Temperatura é uma medida usada para saber o que é o calor e o frio e como são representados em escalas termométricas. Mas, para isso existem várias formas de representar a temperatura:o Celsius,o Kelvin, e o Fahrenheit
*ESCALAS TERMOMÉTRICAS. Uma escala termométrica é um conjunto de valores numéricos onde cada valor está associado a certa temperatura. Uma escala termométrica é constituída por um conjunto de valores arbitrários, um mesmo estado térmico pode ser representado em escals ermométricsas diversas(celsius, fahrenheit,...)
ESCALA CELSIUS Ponto de gelo: 0
Ponto de vapor: 100
ESCALA FAHRENHEIT Ponto de gelo: 32
Ponto de vapor: 212
ESCALA KELVIN Ponto de gelo: 273
Ponto de vapor: 373
*CONVERSÕES ENTRE ESCALAS
CELSIUS - FAHRENHEIT Tc = 5 / 9(Tf - 32) ou Tf = (9 / 5).Tc + 32
CELSIUS - KELVIN Tc = Tk - 273 ou Tk = Tc + 273
VARIAÇÕES DE TEMPERATURA
CELSIUS - FAHRENHEIT (Variação)Tc = 5 / 9(Variação)Tf ou (Variação)Tf = 9 / 5(Variação)Tc
CELSIUS - KELVIN (Variação)Tc = (Variação)Tk
ESCALA CELSIUS Ponto de gelo: 0
Ponto de vapor: 100
ESCALA FAHRENHEIT Ponto de gelo: 32
Ponto de vapor: 212
ESCALA KELVIN Ponto de gelo: 273
Ponto de vapor: 373
*CONVERSÕES ENTRE ESCALAS
CELSIUS - FAHRENHEIT Tc = 5 / 9(Tf - 32) ou Tf = (9 / 5).Tc + 32
CELSIUS - KELVIN Tc = Tk - 273 ou Tk = Tc + 273
VARIAÇÕES DE TEMPERATURA
CELSIUS - FAHRENHEIT (Variação)Tc = 5 / 9(Variação)Tf ou (Variação)Tf = 9 / 5(Variação)Tc
CELSIUS - KELVIN (Variação)Tc = (Variação)Tk
(fonte:http://brasilescola.com)
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